29 de jun. de 2012

Gibiblioteca na VII Feira de Incentivo à Leitura







  

    Essa foi a participação do Projeto Gibiblioteca da VII Feira de Incentivo À Leitura de Santa Vitória do Palmar, infelizmente com espaço limitado este ano, mas valeu mesmo assim! Infelizmente o último dia do evento foi cancelado por causa da chuva. Obrigado aos que apoiaram e frequentaram!

19 de jun. de 2012

Visita às Escolas

      Na sexta-feira, dia 15 de junho, estive na EMEF Osvaldo Anselmi, com a palestra para os alunos do 6º e 7º ano do Ensino Fundamental, a convite da coordenação e da professora Marta Míriam.
      É uma pena que o dia estava chuvoso e poucos alunos compareceram. Mas o recado foi dado. Minha caixa de gibis ficou na escola para posteriormente ser usada na sala de aula.




15 de jun. de 2012

V de Vingança

    Ontem adquiri a 2ª edição brasileira encadernada da obra V de Vingança, do polêmico Alan Moore. É minha próxima leitura!! Já sou fãnzaço do filme, que fez tanto sucesso que hoje em dia em várias manifestações políticas pelo mundo as pessoas usam a máscara de Guy Fawkes, usada pelo personagem V. Ele é um terrorista que luta pela libertação do povo, que vive oprimido por um governo facista numa Londres futurista!





12 de jun. de 2012

O que estou relendo

     O blog anda meio parado nas postagens pois estou realmente sem tempo.
Então passo por aqui para comentar brevemente sobre as leituras que tenho feito.

    Como sou um apaixonado pelas sagas do mestre Jim Starlin, mais uma vez estou lendo enorme trajetória do personagem Thanos (e Adam Warlock).


   Conheci o personagem nos anos 90, nas histórias do Surfista Prateado e hoje em dia percebo como o texto é culto e elaborado, com questões filosóficas, quase poético; e que me ajudaram muito a adquirir um vocabulário rico.

   Para quem gosta do personagem ou gostaria de conhecer a "saga do infinito", aqui vai um guia de leitura:


"Venha, servo! Façamos algo maligno!"















Saga de Thanos 1,2,3,4,5
Graphic Novel 3 – A Morte do Capitão Marvel
Superaventuras Marvel – 131,132,133,134
Minissérie Thanos: Em Busca de Poder 1 e 2
Superaventuras Marvel 148,149,150,151,152,153
Desafio Infinito 1,2,3
Guerra Infinita 1,2,3
Cruzada Infinita 1,2,3
Marvel 99 (não são essenciais): 6,7,8,9,10,11
Marvel 2000 – 1,2,3,4 (Não essenciais)
Marvel apresenta 8 e 9 Abismo Infinito
Marvel Apresenta 12 e 13 O Fim do Universo
Universo Marvel (1ª série) 1,2,3,4, 5 e 6
Minissérie Aniquilação





Os heróis enfrentam o lado mau de Warlock...

... e depois o lado bom!


22 de mai. de 2012

Clássico dos X-Men

    Graphic Novel Nº 1, de 1986: X-Men O Conflito de Uma Raça.




    A história que inspirou o roteiro do filme X-Men 2, fala também sobre preconceito, intolerância e etc. Tema sempre atual. Foi Republicada pela Panini Comics com o Título de "X-Men: Deus Ama, O Homem Mata!"
     O discurso de esperança dos heróis mutantes revela-se como uma idéia que se recusa a desaparecer,mesmo depois de serem salvos por seu inimigo Magneto e serem atacados em nome de uma seita religiosa, com o apoio dos meios de comunicação e do governo. Tudo isto fez o próprio mentor dos X-men, Professor Xavier, duvidar da aborgadem pacífica para a convivência de raças distintas que definia seu sonho e a razão para a existência do grupo. Mas os alunos resgatam a esperança apesar de tudo o que sofrem e de suas próprias dúvidas. 
     Interessante também a idéia de poder discutir com um idealista oposto (Magneto, no caso) sem que com isso, briguem. Um exemplo para as pessoas que brigam e se agridem por qualquer bobagem: política, futebol, ciúme,etc.

    Taí minha dica de leitura de hoje!!







20 de mai. de 2012

Calvin


Frases do Calvin, personagem de Bill Waterson, que com seu tigre de pelúcia, Haroldo, tem diálogos geniais:





       "Sei lá, parece que quando as pessoas crescem, elas esquecem do que é legal." 
 

"O mundo provavelmente é mais engraçado para as pessoas que não vivem aqui."

"Eu sou uma pessoa simples... mas tenho gostos complexos"

        "Minha missão na terra é fazer com que as pessoas façam a minha vontade. Assim que todos enxergarem isso viveremos em paz."
 

"Há uma relação inversa entre o quanto uma coisa é boa para você e o quanto ela é divertida." 

"É difícil ser religioso quando certas pessoas nunca são incineradas por relâmpagos." 



"O mundo é injusto, eu sei, mas por que ele não pode ser injusto a meu favor?" 

"Os únicos conhecimentos que eu tenho paciência de aprender são aqueles que não têm uma real aplicação na vida."

  "Duvido que a minha cobiça por presentes seja maior do que a minha vontade de me comportar mal" 

 " O sinal mais forte da existência de vida inteligente em outra parte do universo, é que eles nunca entraram em contato conosco."


18 de mai. de 2012

Origem das HQ's

      Republicando um dos primeiros posts do antigo blog Gibiblioteca:

     "Como os quadrinhos foram inventados? Dos homens das cavernas até hoje a humanidade sempre se comunicou através de desenhos. Lembre das imagens do antigo Egito e das pirâmides, com as paredes cheias de hieróglifos (desenho que contam histórias). Por isso, definir quando realmente surgiram as Hqs é muito difícil.

      A origem das histórias em quadrinhos é muito controversa. Segundo a 'lenda' os quadrinhos surgiram porque os jornais não estavam vendendo tanto e começaram a usar ilustrações para complementar as notícias e chamar a atenção do leitor. Com o tempo, as ilustrações começaram a se desvencilhar das notícias e trilharam um caminho próprio, criando um novo gênero narrativo: as Hqs.

      Richard Outcalt é considerado o pai dos quadrinhos. Em 1895, ele criou o personagem Yellow Kid (Menino Amarelo), que trazia frases escritas em sua camiseta. Mas vários ilustradores colaboraram para o nascimento e evolução dos quadrinhos.

Menino Amarelo



     Mas o Yellow Kid foi um marco na história das HQs. Foi com este personagem que um dos principais elementos das HQs foram incorporadas às histórias: os balões de fala.

      Antes dos balõezinhos, os textos eram escritos em forma de legendas que acompanhavam as cenas.

      Em1890, foi publicada em Londres (Inglaterra) pela 1ª vez uma revista semanal com histórias desenhadas. Era a "Comic Cuts", que atingiu uma tiragem de 300 mil exemplares.

     Em 1929, foi criado o marinheiro Popeye e, um ano mais tarde, o ratinho Mickey. A partir de 1933, começaram a ser publicadas as revistinhas de Walt Disney, exclusivamente com histórias em quadrinhos.   Foi a época também do detetive Dick Tracy e do aventureiro do espaço Buck Rogers. 


 

     Em 1936, surgiu o primeiro herói fantasiado: Fantasma, do mesmo autor do mágico Mandrake. Em 1938 surgiu o primeiro herói com super-poderes: O Super-Homem, hoje chamado Superman."



Fonte: http://jornal.valeparaibano.com.br


5 de mai. de 2012

UNIVERSO X - Eu tenho!

    É uma daquelas edições que simplesmente NÃO DÁ PRA EMPRESTAR, mas posso mostrar a quem desejar ver a edição capa dura de luxo Universo X, que a Panini lançou no final de abril. Fiz uma loucura e comprei este calhamaço, um gibi com mais de - pasmem - 700 PÁGINAS!






    O autor é o magnífico ilustrador Alex Ross, os desenhos são de Jim Krueger e Doug Braithewaite, que continuam a saga que começou em Terra X (comentada anteriormente neste blog), que mostra um futuro sombrio para os personagens da Marvel. 


     Mas para entender a obra, além de conhecer a primeira parte, o leitor tem de estar familiarizado com muitos personagens, heróis e vilões, e sagas clássicas da editora, nem todas publicadas o Brasil, como por exemplo o encontro do Capitão Marvel com o Surfista Prateado no reino dos mortos.


     Quase todos estão lá, com maior ou menor participação: desde Magneto e Groxo, Micronautas, Rom, o Cavaleiro do Espaço, Senhor das Estrelas, Capitão Britânia, passando pelos Inumanos, Warlock, Krees, Skrulls e os demônios Mefisto e Belasco (com sua identidade revelada - um herói). Senti falta apenas de menções ao Justiceiro e o Império Shiar.
       Nesta primeira lida que dei, mesmo conhecendo grande parte dos fatos e sagas citados, tive vários momentos de confusão mental, pois o texto é bem complexo, indo a futuros alternativos e voltando no tempo para alterar o presente.


A HQ é extremamente narrativa, cheia de painéis.

       Como bônus temos ilustrações dos autores com comentários, além dos anexos escritos por Kruger e todas as capas estão no miolo também. Os personagens principais são o renascido Mar-Vell, o Capitão América, o robô X-51 e os heróis de terceira linha Águia Noturna e Gárgula, dos Defensores. Muitas surpresas nos capítulos finais.


O ridículo Águia Noturna, quem diria, é essencial à trama (sem esse uniforme, é claro).



        Depois de reler a primeira parte (a versão "mutilada" que tenho) pretendo tentar digerir melhor esta salada de origens e desesperanças para aguardar a teceira parte da trilogia: Paraíso X, que ainda não foi publicada nos EUA. Universo X demorou mais de 10 anos para chegar ao Brasil, espero que a próxima não demore tanto. E a história, que começou a ser publicada em 2000, ignora toda a cronologia da editora de lá pra cá.


          Pontos Negativos: alguns erros de grafia presentes na edição, repetições de preposições, inclusive algumas palavras que desconfio serem erros de tradução ou desatenção. Exemplo: em certo moento do texto diz que um personagem teve de escolher entre a espada e o amuleto. Escolheu o amuleto. Algumas páginas adiante diz que ele ponderou o que aconteceria se tivesse escolhido O AMULETO no lugar da espada ??? Afinal, o que ele escolheu??




           
            Fora isso, fanatismos à parte, é uma edição de encher os olhos (e esvaziar os bolsos) dos fãs da Marvel Comics! E claro que adorei saber que o Surfista é uma peça-chave para o desfecho, hehe.
            E vejam que legal: as capas formam um pôster: 



27 de abr. de 2012

Ronin

Há algumas semanas ganhei um presentão de um amigo, o professor Oscar Tomaz Figueredo: a minissérie Ronin, de Frank Miller, que li e gostei bantante, pois embora já tivesse ouvido falar, não tinha ideia da temática da obra.



Como estou sem tempo para escrever resolvi reproduzir um texto que achei na internet:

Escrito por Wellington Srbek:


"Tudo começou quando chegou às mãos de Frank Miller um grosso volume com o mangá Lobo Solitário (um sucesso no Japão, que narra a história de um samurai sem mestre). Ao folhear o mangá pela primeira vez, Miller ficou impressionado com a narrativa visual impecável, o que teria uma influência decisiva em suas HQs.

Após essa feliz descoberta, o quadrinista norte-americano passou a incorporar elementos narrativos de Lobo Solitário às HQs do herói Demolidor. Ele também introduziu personagens saídos da cultura japonesa, como ninjas e samurais, dando destaque à sensual assassina Elektra. Outro personagem que ganhou um tratamento à japonesa foi o mutante Wolverine que, na minissérie escrita por Chris Claremont e desenhada por Miller, viaja ao Japão, onde enfrenta ninjas e lutadores de sumô (além de aparecer com garras na forma de lâminas japonesas). Mas talvez a maior homenagem de Miller aos quadrinhos japoneses seja Ronin (marco fundamental na trajetória das graphic novels e minisséries de luxo).

Lançada em seis edições pela DC Comics nos anos 80, Ronin deu início à publicação das minisséries com temática mais adulta. Começando no Japão feudal, a HQ mostra um jovem samurai que busca vingar a morte de seu mestre. No confronto final contra o assassino, Ronin e o demônio Agat acabam aprisionados numa espada mágica, ressurgindo séculos depois numa caótica e altamente tecnológica Nova York do futuro. O roteiro se desenrola a partir daí, contando com muitos duelos de espadas, cenas do Japão feudal e hordas de robôs, e bastante original em sua fusão entre passado e futuro, elementos orientais e ocidentais.




 

Mas é sem dúvida em termos narrativos e estilísticos que a minissérie de Miller causou maior impacto. Antecipando alguns dos elementos que o quadrinista desenvolveria posteriormente em O Cavaleiro das Trevas (flashbacks e imagens de monitores). No entanto, o que mais se destacou na minissérie foi seu visual bastante incomum para os padrões dos quadrinhos norte-americanos, com linhas tênues, emaranhados de traços e cores estilizadas (produzidas por Lynn Varley). Por tudo isso, Ronin se assemelhava mais a um álbum europeu do que aos quadrinhos da época.





Ronin não foi um enorme sucesso comercial quando lançada. De qualquer forma, a minissérie de Miller contribuiu para a popularização dos mangás no Ocidente, particularmente da série Lobo Solitário (cujas edições ocidentais contaram com capas desenhadas por ele). Os elementos da narrativa dos mangás utilizados por Miller também influenciaram outros quadrinistas, promovendo uma renovação dos comics. Além disso, a minissérie (lançada originalmente no Brasil há vinte anos) foi um marco na relação das grandes editoras norte-americanas com os autores mais renomados, que passaram a ter maior controle e direitos sobre suas criações. Só isso já faria de Ronin, o “mangá” futurista de Frank Miller, uma HQ decisiva para a história dos quadrinhos norte-americanos."

fonte:   http://maisquadrinhos.blogspot.com.br/2008/01/ronin-o-mang-futurista-de-frank-miller.html