Algumas fotos do dia 07/10:
8 de out de 2015
3 de out de 2015
Camisetas para a Feira
Após anunciar no face e aqui no blog, algumas pessoas encomendaram e já ficaram prontas as camisetas. As fotos não estão boas, mas dá pra ver como ficou, hehe!!
1 de out de 2015
EJA - Escola Abílio Azambuja
Hoje à noite teve palestra da escola Abílio Azambuja para os alunos da modalidade EJA, para toda as séries de Ensino Fundamental. Teve momento de leitura e depois: Origem das Histórias em Quadrinhos, características e curiosidades.
E um jogo de perguntas e respostas e sorteio de gibis!!! Acredito que a maioria se divertiu bastante.
28 de set de 2015
24 de set de 2015
Cosplays e imagens legais
17 de set de 2015
Camiseta Gibiblioteca
11 de set de 2015
Livro: Adeus, fantasia!
Na Feira de Incentivo à Leitura deste ano estarei divulgando a publicação de meu 1º livro, com textos que escrevi desde a adolescência, influenciado por leituras de livros, quadrinhos, músicas, letras, poetas clássicos, filmes e desenhos animados, além de sentimentos, amizades e experiências variadas.
Deste modo, este registro contará com crônicas, reflexões, poesias, contos, brincadeiras com as palavras e letras de música.
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| PRÉVIA DA CAPA |
Desde que este blog é referente a meu projeto com histórias em quadrinhos, eis um poema cuja influência é direta de um de meus personagens preferidos da Marvel, o vilão Thanos, sobre quem já escrevi neste blog:
De Thanos – Memórias do Infinito
Misericordiosíssima Senhora Morte
Dama que rege meu azar e sorte
Rogo por ti, me dê o alívio eterno
Leve-me logo para o cemitério.
Não posso suportar as mágoas dessa vida
O fardo de desilusões que para mim não finda
Faz-me ansiar o fim de tudo em breve
Que ao menos para mim a terra seja leve.
Eu sei que maculei a tua honra, amada
Usurpando o trono outrora sempre teu
Pois persiste o silêncio, não me dizes nada.
Todo meu poder, desta forma, é nulo
Se o afeto que tinhas por mim se perdeu
No abismo do esquecimento agora, pois, eu pulo.
Não posso suportar as mágoas dessa vida
O fardo de desilusões que para mim não finda
Faz-me ansiar o fim de tudo em breve
Que ao menos para mim a terra seja leve.
Eu sei que maculei a tua honra, amada
Usurpando o trono outrora sempre teu
Pois persiste o silêncio, não me dizes nada.
Todo meu poder, desta forma, é nulo
Se o afeto que tinhas por mim se perdeu
No abismo do esquecimento agora, pois, eu pulo.
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