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19 de set. de 2026

Anos de Ouro do Pato Donald nº 1 (parte 5)

 Anos de Ouro do Pato Donald nº 1 (abril de 1988) - Coletânea das primeiras edições da revista Pato Donald: 

Pato Donald nº 5 (novembro de 1950) -  A partir desta edição, a qualidade gráfica melhorou bastante, sem a tinta azul ou os traços fracos de tinta em algumas histórias.

    Donald e sobrinhos tentam salvar o país dos vulcões após um terremoto. Eles obstruem a boca do vulcão com milho de pipocas. História de Carl Barks, em duas partes.

    Na "Rádio Pataquada", Donald conta sobre como vendeu um quadro que recebeu do Zé Carioca para saldar uma dívida, mas vendeu barato.

    Mickey no Ano 2000 - Mickey conhece uma garota mecãnica que se apaixona po ele e acaba salvando-o do maligno Pete (nome na época para o Bafo-de-Onça). Roteiro de Bill Walsh e desenhos de Floyd Gottfredson.

    O Pato Donald tenta fazer as pazes com seu vizinho Ruperto (o famoso Silva, como foi chamado no Brasil posteriormente), mas eles não se acertam e seguem destruindo tudo em sua disputa de teimosia. Por Carl Barks.

    O Pequeno Lobo Feroz, Carl Buettner: O Lobo se decepciona com as ótimas notas de comportamento de seu filho, e depois de roubar 3 pares de luvas dos gatinho e roubar alguns carneirinhos, seu filho e o porquinho prático desfazem todo o mal por acaso, acreditando que foi por causa de um poço dos desejos.

    O Amigo Coelho (Quincas) rouba as amoras da horta da irmã Raposa (joão Honesto), e esta prepara uma armadilha. Mas o esperto coelho engana o manipulável irmão Urso para ficar em se lugar. Por Chase Craig com arte de Tom McKimson.

    Em outra sessão de texto, apresentada por Mickey, uma matéria sobre a sabedoria dos feiticeiros da vida real, ou seja, os pajés e shamans, bem como figuras parecidas, e o contraste com as histórias em quadrinhos, quando são sempre apresentados como seres malignos.











Homem-Aranha 16

 Homem-Aranha 16 (outubro de 1984) - Uma das piores edições da revista do Homem-Aranha. Começando pela bela capa que engana o leitor, visto que na história principal Peter Parker apenas esbarra em Drácula a bordo de um navio. Peter queria um soro que estava sendo transportado por um médico que tinha medo de avião. O soro ajudaria a salvar Tia May, que estava enferma. Com ajuda do Tocha Humana, o Homem-Aranha conseguiu uma nave para ir ao navio e retornar rapidamente com o soro. Mas uma confusão se arma no navio, com Drácula querendo matar o cientista, pois essa cura atrapalharia seus planos futuros, e um empresário também queria raptar o médico misterioso, que afinal se revelou sendo uma mulher, que estava fantasiada de viking durante a festa à fantasia no navio. Roteiro de Len Wein e arte de Ross Andru.
    Em seguida uma história solo da Tia May, que ajuda, com sua atuação de ter um ataque do coração, a pegar um bandido que queria roubar us atia no asilo e colocar a culpa nos membros de uma banda que se apresentava ali. Por Mike Barr, com desenhos de Win Mortimer.
    Nick Fury: após passar em um difícil teste de sobrevivência, Jimmy Woo é aceito na Shield, e durante um voo com jatos, ele e Nick vão parar numa ilha onde um cientista chamado Dr. Black, que se autodenomina Centurius, desenvolveu criaturas bizarras e quer destruir a Terra e repovoá-la com seres mais evoluídos (uma versão tosca do Alto Evolucionário). Mas na ilha também está uma equipe de filmagem produzindo um filme. O diretor acaba ajudando na luta, bem como os atores e um gorila mecânico gigante. Tudo sem muita conexão e sem sentido, com a arte de Jim Steranko bem abaixo da média neste seu roteiro confuso.
    Fechando a edição, o Homem-Aranha testemunha o Pantera Negra raptando um homem na frente da imprensa, em busca de vingança por ter vendido minérios de baixa qualidade a Wakanda. Indo até o consulado, o herói aracnídeo luta com o vingador até que o verdadeiro culpado se revela: Navalha, um homem biossintético que lança lâminas. Ridículo em todos os sentidos. Criação de Steven Grant com arte de Gene Colan. 

 

































16 de set. de 2026

Bruce Lee nº 2

 Bruce Lee nº 2 (1994 - editora Escala) - edição aleatória da coleção, de uma minissérie em 6 partes. Com roteiro de Mike Baron e arte de Val Mayerik. A morte por overdose de um homem dentro da academia de Bruce Lee leva a polícia à sua porta, mas ele desconfia de seu concorrente, com uma academia que fica bem na frente da sua. Ele é levado a um estúdio de hollywood para ajudar um amigo com dicas para o roteiro de um filme de ação. E seu parceiro Stickman defende um jovem de uma perseguição de gangues. Lee participa de um torneio d eluta Full Contact, onde vale quase tudo. Ele vence lutas para galgar caminho até um oponente da categoria mais pesada que a sua, justamente seu rival de academia, que trafica drogas e havia matado um sócio recentemente. Eles lutam, com Lee tendo que enfrentar seu oponente com luvas batizadas, mas Bruce também jogar sujo para vencer. Seu troféu funciona como um bom chamariz para novos alunos, e ele é chamado para trabalhar no novo filme de se seu amigo, como coreógrafo e dublê. Um bom gibi, cheio de ação e com cores vibrantes.