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22 de set. de 2026

Coleção Histórica: Paladinos Marvel 5

 Coleção Histórica: Paladinos Marvel 5 (maio de 2018) - Encadernado com histórias do Demolidor escritas por Stan Lee e desenhadas por Gene Colan, sendo a última, por Jack Kirby. Numa fase meio ignorada pelos roteiristas posteriormente, Matt Murdock mente que tem um irmão gêmeo, Mike, que seria o Demolidor, que desperta o interesse de Karen, a secretária dele e de Foggy.
    Mr. Hyde e Cobra estão fazendo uma série se assaltos ousados, e o Demolidor se disfarça como Thor para atraí-los, mas o verdadeiro príncipe de Asgard aparece e o enfrenta. Em seguida, numa luta com a dupla de ladrões, Mr. Hyde joga uma fórmula para cegar o herói (que já é cego, mas ninguém sabe). Com isso, seus supersentidos ficam normais e o Demolidor deve fingir que está bem. Mas os vilões descobrem e o levam a seu esconderijo, um antigo farol abandonado, onde ao desligar as luzes, o herói lita com a dupla e consegue pegar o antídoto e vencer os oponentes.
    O Ardiloso ataca o Demolidor para ganhar moral como vilão, e depois, disfarçado como o herói, prende Sue Richards no edifício do Quarteto Fantástico, onde deixa uma bomba. O herói cego a salva e enfrenta o vilão em seu planador pelas ruas numa luta longa e difícil.    
    Ainda se recuperando na rua, o Demolidor topa com o Doutor Destino, que tem um plano de trocar de corpo com o herói e se aproximar do Quarteto Fantástico, mas no corpo de Destino, Matt declara guerra com os países vizinhos da Latvéria, e Destino retorna rapidamente à sua embaixada e a troca é desfeita. Nesta história Destino revela que descobriu a barreira de Galactus que prende o Surfista Prateado à Terra.
    Fechando a edição, o Quarteto acha que o Demolidor é na verdade Destino, e assim, o Tocha, enfrenta o herói cego e Reed Richards, enquanto o Homem-Aranha chama Thor para ajudar, e ele luta com o Coisa. Uma bela confusão com muita ação, que só termina com a intervenção de Susan, a Garota Invisível.
    




























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Thanos: Santuário Zero

 Thanos: Santuário Zero (julho de 2020) - Com roteiro de Tini Howard e ilustrações de Ariel Olivetti, é mostrado nessa minissérie encadernada o começo da relação paternal entre Thanos e Gamora. Mas é difícil um autor me fazer gostar de ler Thanos sem ser o Jim Starlin, embora nos últimos trabalhos já tenha ficado claro que ele já esgotou as ideias.

    No protótipo de nave chamado Santuário Zero, Thanos mantém um grupo de mercenários assasinos, alguns dos quais ele mata de vez em quando para saciar seu desejo de morte e pra agradar a Senhora Morte. Seu computador avisa que Magus é uma ameaça com sua igreja em ascenção. Seus subordinados querem ação, e no planeta de Gamora, ele entende que ela viu a Senhora Morte, e por isso a salva. A menina foge do cárcere, vira uma assassina, perde membros, se rebela e busca a morte para retornar a encontrar os pais, e busca em Thanos uma figura paterna e proteção, mas sabe que não pode confiar totalmente nele, pois é insano.

    Os assassinos tentam fazer um motim mais de uma vez. Entre eles está Próxima Meia-Noite, Fauce de Ébano e os Irmãos Sangue, todos fazendo planos e se atrapalhando ao tentar pegar Gamora.

    Thanos fica recebendo visitas de uma projeção de Magus, que o provoca, e Gamora, no presente, está cuidando de uma versão infantil de Magus, que não entendi direito, pois não li a saga Guerras Infinitas.