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4 de ago. de 2026

Gibizinho da Mônica 25

 Gibizinho da Mônica 25 (novembro de 1992) - Cascão, fugindo da Mônica, entra numa casa onde um cientista maluco criou um robô destruidor. Mônica, em seguida, bate na porta e, ao ser atendida, entra e é atacada pelo robô, e o destrói com coelhadas. Na segunda história, Mônica conhece Otávio, um menino gentil que trata a dentucinha como ela nunca foi tratada, mas ele fica envergonhado quando ela o defende dos meninos. Um jogo do 7 erros na última página fecha a edição.
















 

29 de jul. de 2026

Gibizinho da Mônica 29

 Gibizinho da Mônica 29 (abril de 1993) - Diversas historinhas no formato mais fofinho dos anos 90: Mônica machuca os amiguinhos nas brincadeiras, e ninguém mais quer brincar com ela, até que o Anjinho dá um jeito. Atrás do cebolinha, Mônica acaba acertando pessoas pelo caminho. Com um plano para fazer a Magali deixar de ser gulosa, Cebolinha dá uma de "Vampilo" e Mônica finge ser um fantasma, mas na vez do Cascão, ele estraga tudo, como sempre. Cascão diz não para todas as perguntas que lhe fazem, tudo para treinar negar participar de planos infalíveis. Dudu convida Magali e Mônica para brincar de pirata. Uma pulga deixa o Cascão com coceira e indignado por não conseguir pegá-la, mas se dá mal ao chegar em "casa" (o pelo do Bidu). O que parecia ser um narrador conversando com a Mônica e sugerindo outros bichinhos de pelúcia na verdade era um vendedor, ao final da história. Cascão conhece a poluição viva, que quer sujar além dos limites do que o menino consegue aceitar, e ele se volta contra a criatura.  Nas brincadeiras de cowboy, só o Anjinho consegue superar o Cebolinha com seus tiros de água. E o Cebolinha tem sonhos premonitórios com um casamento com a Mônica. No final da edição, duas páginas com jogos dos sete erros.



































27 de jul. de 2026

Cascão 116

 Cascão 116 (junho de 1991) - A revista começa com uma história daquelas bem fortes e dramáticas, tratando de um tema social comum no Brasil dos anos 80 e 90: as crianças de rua, abandonadas. Fiz questão de colocar a história completa aqui. Ela acompanha a trajetória de Tuta, um menininho que vivia nas ruas, sem saber quem são seus pais, vivendo de doações, correndo riscos, dormindo ao relento e até fumando. Com o tempo, ele começa a reagir contra o mundo que não se importa com ele, e passa a ter um comportamento violento, roubando. É quando tenta roubar a bola do Cascão que sua vida começa a mudar. Primeiramente encontrando amigos para brincar, e depois, ao ser levado até a casa do Cascão, ele tem uma refeição decente, ganha um banho com carinho e uma cama para dormir. Acompanhamos o Cascão ouvindo explicações de seus pais sobre a situação de Tuta e de como, assim como diz o título da história, esta é só mais uma história como muitas pelo Brasil. Cascão fica muito triste ao ouvi isso, tentando entender a diferença de sua realidade  e a dessas crianças. e fica mais triste quando seus pais lhe dizem que Tuta não pode ser seu irmãozinho. Mas tudo acaba bem quando um tio do Cascão consegue adotar o menino, que passa então a ser primo dele. Cascão dá uma dica para reflexão no final da história, uma das mais comoventes publicadas nos gibis da Turma da Mônica.

    No restante da revista, as demais histórias apresentam o Bidu lidando com um cão intruso em sua historinha, urinando em seus amigos objetos falantes para marcar território. Cascão encontra a espada do "Ri-Mem" e se transforma em um menino super forte, mas a Mônica nem olha pra ele. Dona morte tem que convencer Eustáquio a não se suicidar, e ele fica feliz ao descobrir que só deve morrer em 2030. Falta pouco agora, Eustáquio. E o Cascão acaba se convencendo, depois de tantos exemplos, que precisamos de água para viver.