Blacksad 5: Amarillo - o último álbum publicado até agora do personagem John Blacksad tem uma rede de tramas que convergem para o gato detetive, que tenta tirar uma folga das aventuras perigosas, mas acaba tendo o azar de tentar apaziguar uma briga. Escritores "beatniks" rebeldes e violentos, uma herdeira rica em fuga, um advogado ganancioso, um circo itinerante com membros inescrupulosos, motoqueiros, policiais atrapalhados, todos cruzam o caminho de Blacksad. Nesta edição também conhecemos sua irmã e seu sobrinho. Na última capa, uma galeria de fotos que John tirou pelo caminho, formando um emocionante painel. Mais um belo trabalho dos autores, roteiro interessante de Canales e a sempre bela arte detalhada de Guarnido. Mais um gibi do meu irmão Julian, que li junto com Mariane Vargas.
HQs, leitura e educação: Resenhas, indicações e reflexões sobre histórias em quadrinhos.
29 de dez. de 2021
20 de dez. de 2021
Blacksad 4
Blacksad 4 (2018) - Lançado pela Editora Sesi, o terceiro álbum do gato detetive John Blacksad, com roteiro de Juan Díaz Canales com desenhos de Juanjo Guarnido se passa em Nova Orleans, onde um músico de jazz é procurado. Com problemas relativos ao abuso de drogas provavelmente vítima de uma conspiração, cabe a Blaksad e seu parceiro Weekly (Semanal, pela outra editora), investigar seu paradeiro e as razões de ter abandonado a esposa, além dos mistérios que envolvem seu produtor, que o tem como filho, e sua respectiva família. segredos terríveis do passado serão talvez revelados na letra de uma canção de antigos companheiros do músico, e Blacksad sofre para chegar ao fundo da história. Lido com Mariane Vargas, edição emprestada por meu irmão Julian. Uma boa história policial com arte belíssima, com cores, tons e detalhes impressionantes.
23 de dez. de 2021
Blacksad 3
Blacksad: Alma Vermelha (2018) - O terceiro álbum da editora SESI-SP, o primeiro com história inédita do personagem no Brasil. Díaz Canales e Guarnido entregam mias uma bela graphic novel policial, num clima de romance e mistério, enquanto John Blacksad arruma um amor indevido com uma escritora, e se envolve numa trama perigosa que envolve um ex-professor, o perigo da energia nuclear e espiões em um grupo de intelectuais. Os detalhes mais uma vez impressionantes dos desenhos casam perfeitamente com o belo e charmoso texto do roteiro. Lido romanticamente com Mariane Vargas. Agradeço a meu irmão Julian pelo empréstimo.
30 de jul. de 2021
Repostando: Quadrinhos diversos
Usagi Yojimbo - Eu sinceramente não conhecia o personagem, mas depois desta edição, fiquei fã! O Coelho Samurai do Japão feudal traz costumes e curiosidades históricas em suas aventuras, além de ação e humor. Cheio de honra em suas atitudes, o personagem peregrina pelo país do sol nascente encontrando velhos inimigos e aliados improváveis. Uma das curiosidades que esta edição traz é a detalhada explicação de como eram feitas as espadas. O encadernado traz ainda uma biografia do autor, glossário de termos japoneses utilizados, esboços e comentários dele sobre as histórias. Em preto e branco e com um traço leve, não se deixe enganar pensando que se trata de uma história infantil só porque os personagens são animais humanóides, pois o roteiro é bem centrado e a semelhança visual com as fábulas foi uma opção do autor. Um simples diferencial, por assim dizer.
Os Simpsons em quadrinhos 1 - A família mais disfuncional dos desenhos animados já teve no Brasil um revista em quadrinhos, lançada pela editora Abril em 2003. Na edição de estreia duas histórias: O Colosso de Springfield e O Colecionador. Na primeira o senhor Burns manda testarem seu raio da juventude em Homer, mas o raio o torna um gigante comedor de rosquinhas (dãã, rosquinhaaas!!) e na segunda, um conto de terror narado por Bart, Homer é um colecionador de gibis milionário e egoísta que fica preso todo o fim de semana no cofre onde guarda sua coleção, com o ar condicionado estragado. Para sobreviver ao frio extremo, ele não tem saída - deve queimar sua preciosa coleção! Reparem que a capa da revista é uma referência à capa da revista Fantastic Four 1, de 1961, onde estreou o Quarteto Fantástico, da Marvel.
A Teoria do Caos, de Pierre Schelle - a velha história da borboleta batendo asas e causando efeitos sucessivos inimagináveis e por vezes catastróficos. Ilustrada em preto e branco e dividida em capítulos, é muito bom, mas requer um olho treinado nos quadrinhos para perceber detalhes e sombras. A imaginação flui por mais de 100 páginas de fantasia. Uma poesia ilustrada sobre as forças da natureza - ou seria do caótico destino?
Guerra dos Farrapos em Quadrinhos - edição especial, lançada pela L& PM em 1985 e patrocinada pela empresa Ipiranga, de Tabajara Ruas e Flávio Colin. Meu forte nunca foi a história de meu estado, Rio Grande do Sul, mas como sempre os quadrinhos ilustram e ensinam magnificamente, e eis que agora entendi bem melhor esta batalha que ocorreu, envolvendo o Império e os rebeldes, incluindo imigrantes, estrangeiros e o caráter valioso de alguns, e a covardia de outros. Foi ótimo revisitar este conteúdo depois de muitos anos depois de estudá-lo.

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| Syzygy |
Alice no País das Maravilhas - adaptação do filme de Tim Burton (que nunca vi todo) - muito boa, no estilo graphic novel, com traços e cores interessantes, recomendo!

Necronauta - O Soldado Assombrado e outras histórias: material fantástico, em todos os sentidos, de Danilo Beyruth, que desenha e por vezes escreve o personagem. Autor também dos ótimos álbuns do Astronauta da série Graphic MSP e também "Bando de Dois", aqui temos um personagem com um conceito muito legal: um salva-vidas dos mortos, que resgata almas perdidas no limbo, que criam mundos e objetos de acordo com suas obsessões. Montado em seu Necrodisco e usando um cinto de utilidades, utiliza visualmente alguns elementos de Batman, Justiceiro e outros, mas nem de longe chega a copiar nenhum. E gostei mais das histórias escritas pelo próprio Danilo, com o soldado que carregava culpa de ter sobrevivido na guerra e perdido seus companheiros, e a última, colorida, com o homem que queria levar ao pós-morte seus bens materiais. São histórias com ação e terror, mas com conteúdo espiritual. Faz refletir, tocando fundo no leitor. Pena que demorei a conhecer este gibi! Nota 10!!































































