A Saga do Demolidor 12 (maio de 2023) - Com histórias de 1992, a maioria delas publicadas em 1995 na revista Superaventuras Marvel, a edição começa com as 3 que eram inéditas. Neste arco estranho, escrito por D. G. Chichester, como todas do encadernado, e desenhado por M. C. Wyman, alguns traficantes estão sendo atacados violentamente pelo Coruja. O vilão quer tomar conta do espaço vazio deixado depois da queda do Rei do Crime. Mas o Demolidor terá uma surpresa, pois seu antigo inimigo está transformado: um exoesqueleto sustenta suas pernas, ele pode girar o pescoço como uma coruja de verdade, e sua temperatura corporal se elevou. Seu poder de voo vem de seus ossos agora ocos, bolsas de ar em seus pulmões, seus olhos e ouvidos estão bizarros, todas essas consequências de um soro que ele tomava. A história tenta trazer o lado humano dele no final, com o Demolidor salvando sua vida. O texto da história soa estranho e a aparência do vilão ficou realmente incômoda.
Na sequência, antes do próximo arco, um clássico: 34 Horas, onde o incansável vigilante com roupa de diabo ajuda diversas pessoas em Nova York, num cotidiano violento e caótico. Suas ações vão desde salvar um bebê cujo carrinho ficou preso no vagão do metrô, até lidar com um maníaco num bar e uma ação tripla onde ele evita uma tragédia com um artista de rua, um ataque de um pedófilo e uma morte causada por um policial estressado. Desenhos de Ron Garney.
Fechando a edição, com arte de Scott McDaniel, que ficaria como artista principal por um bom tempo na revista, Demolidor e Homem-Aranha tentam, em duas partes, impedir as "operações" da Cirurgiã-Chefe, que está no ramo de tráfico de órgãos. Ela seduz rapazes em boates para seus negócios. Peter Parker serve de isca num primeiro momento, que termina com explosões em um restaurante no World Trade Center, onde, para cumprir seus prazos, a médica e sua equipe envenenaram os clientes para retirar as partes que foram encomendadas.













































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