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23 de set. de 2026

Heróis da TV 4

 Heróis da TV 4 (outubro de 1979) - A edição começa com duas histórias do Mestre do Kung Fu, escritas por Steve Englehart e desenhadas por Paul Gulacy. Shanh Chi resolve ajudar Sir Denis a seu pedido, e consegue incapacitar os planos de Fu Manchu, seu pai, que queria distribuir uma substância hipnótica pelo país, misturada a combustíveis a serem usados por todo o país. Na segunda história, Shang encontra o Homem-Coisa e um outro homem que convivia com o monstro pacificamente. Os mercenários de Fu Manchu ainda perseguem Chi, que acaba ganhando a ajuda do macabro Homem-Coisa.

    Homem de Ferro: enquanto navegava pelo caribe, Tony Stark encontra refugiados de uma nação latino-americana que querem lutar cotra a tirania de um sistema computadorizado que tomou seu país. O país genérico não tem seu nome mencionado. Como Homem de Ferro, Tony resolve ajudar e luta contra um guardião robótico, Myrmidon, e depois derruba o sistema Vigilante, capturando o cientista responsável. Roteiro de Mimi Gold e arte de Don Heck.

    Capitão América: continuação da história publicada no nº 4 da revista do Capitão. O treinamento do Falcão para se tornar um herói, e a luta contra os Exilados, inimigos do Caveira Vermelha, que está no corpo do Capitão tentando prejudicar sua imagem. Por Stan Lee e Gene Colan desenhando.

    A pérola da edição é a última história, que tinha a chamada principal de capa: O Surfista Prateado, em história de Stan Lee com arte de John Buscema. O Surfista rememora sua origem no planeta Zenn-La, onde ele vivia como Norrin Radd com sua namorada Shalla Bal. Insatisfeito com uma sociedade frívola, o jovem propõe ao gigantesco Galactus um acordo para ser seu arauto, quando o devorador de mundos invade seu planeta deixando a todos desesperados. Em troca da salvação de Zenn-La, Norrin se torna o Surfista Prateado e se despede de sua amada. 

    A história do Surfista Prateado é um clássico absoluto, que traz elementos cada vez mais atuais sobre o modo que o mundo vem se desenvolvendo, como avanço da tecnologia e alienação das pessoas.







































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