Thanos: Santuário Zero (julho de 2020) - Com roteiro de Tini Howard e ilustrações de Ariel Olivetti, é mostrado nessa minissérie encadernada o começo da relação paternal entre Thanos e Gamora. Mas é difícil um autor me fazer gostar de ler Thanos sem ser o Jim Starlin, embora nos últimos trabalhos já tenha ficado claro que ele já esgotou as ideias.
No protótipo de nave chamado Santuário Zero, Thanos mantém um grupo de mercenários assasinos, alguns dos quais ele mata de vez em quando para saciar seu desejo de morte e pra agradar a Senhora Morte. Seu computador avisa que Magus é uma ameaça com sua igreja em ascenção. Seus subordinados querem ação, e no planeta de Gamora, ele entende que ela viu a Senhora Morte, e por isso a salva. A menina foge do cárcere, vira uma assassina, perde membros, se rebela e busca a morte para retornar a encontrar os pais, e busca em Thanos uma figura paterna e proteção, mas sabe que não pode confiar totalmente nele, pois é insano.
Os assassinos tentam fazer um motim mais de uma vez. Entre eles está Próxima Meia-Noite, Fauce de Ébano e os Irmãos Sangue, todos fazendo planos e se atrapalhando ao tentar pegar Gamora.
Thanos fica recebendo visitas de uma projeção de Magus, que o provoca, e Gamora, no presente, está cuidando de uma versão infantil de Magus, que não entendi direito, pois não li a saga Guerras Infinitas.
























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