2 de ago. de 2020

Leituras de Agosto


Marvel Terror 1 (2010) – Jack Russel tenta se trancar nos dias de lua cheia, e nos outros dias tenta levar uma vida normal, mas com sua filha prestes a nascer, sua localização é descoberta por uma organização que segue seus passos desde a juventude. Ele descobre verdades sobre sua verdadeira família e sua natureza. Simon Garth, o Zumbi, numa história curta com um romance estranho. E o monstro de Frankenstein é retirado de sua paz e enviado para matar em nome da igreja.






















Homem-Aranha Premium 10 - Peter Parker em sua onda de azar ainda tem seu uniforme roubado e enfrenta um Duende Verde genérico que era enfim um clone que derrete. O Surfista Prateado como Arauto de Galactus encontra Mantis e depois leva o gigante para o mundo Shi'ar para que enfrentem e talvez derrotem o Devorador de Mundos. No caminho, ele tem que dar um recadinho ao Gladiador. John Buscema em seus últimos trabalhos, com traços mais soltos e não menos deslumbrante, ainda mais com a arte-final de Bill Sienkiewicz. E três histórias dos Vingadores de Kurt Busiek e George Pérez, com desenhos bonitos, muita ação, mas bem chato de se ler, com vilões ridículos como o Pagão e Lorde Templar surgindo e vencendo a equipe sem entrosamento. O Justiça com insegurança agindo também com os Novos Guerreiros. E o Triatlo? Aff... Mas a visita do Fera foi divertida, rendendo uma página dupla.



















4 de jul. de 2020

Leituras de Julho

DC Especial 7 - LJA, por Chris Claremont e John Byrne, mas embora tenha os belos desenhos de Byrne, a trama é meio fraca, com a Liga conhecendo aos poucos uma versão meio sem graça da Patrulha do Destino, enquanto enfrentam o vampiro Crúcifer, que domina o Superman e derrota a Mulher-Maravilha, deixando para Batman, Flash e o Lanterna Verde John Stewart encaixarem as pistas envolvendo a menina que atende por Regente e seu gorila de 4 braços Grunt.







Homem-Aranha 25 (1985) - Nostalgia pura relendo uma fase clássica dos personagens Marvel, com o Aranha lidando com bandidos enquanto faz suas piadinhas, Mulher-Aranha em uma história de detetive, e Kazar lidando com uma Shanna bem safada, se insinuando para um androide e roubando uma peça de museu, que era uma fera mitológica miniaturizada. A sessão de cartas respondia aos leitores simulando o estilo do Stan Lee, e na última capa, uma propaganda que faz referência à cultura gaúcha.















Capitão América 200 - edição comemorativa de 1996, com mais páginas e papel especial, além da bela capa com desenho de Ron Garney. Infelizmente no material interno os desenhos não são dele, mas os traços de Rich Buckler, Rik Levins e Arvell Jones não chegam a ser ruins. Os roteiros são de Roy Thomas, Mark Gruenwald e Ron Marz. Na edição, o Capitão enfrenta o Barão Zemo (e chega a beijar sua esposa), e também  coma ajuda do Falcão resgata Cascavel, sequestrada por Halloween e Ossos Cruzados, a a mando do Caveira Vermelha. Este último também lê o diário do Caveira dos anos 50 (que havia sido o Guardião Vermelho nos anos 40). O caveira busca o diário de Hitler e o segredo para despertar os hibernantes. O gibi ainda traz uma reportagem sobre as origens do Capitão América e seus primeiros artistas, além de uma curiosidade achada na casa de Jack Kirby.


 





















Homem-Aranha Premium 8 - relendo esta edição de 2001, onde Peter Parker lida com a suposta morte de Mary Jane numa queda de avião. Perde o emprego, o dinheiro da família desapareceu, é despejado e enfrenta o Fantasma e encontra uma moça misteriosa do futuro. Também numa história desenhada por John Romita JR., que brinca com os clichês de suas histórias, o Homem-Aranha encontra vilões ridículos, depois o Venom e Homem-Areia e pra terminar, o indício de uma briga de heróis. Levado a uma brecha interdimensional juntamente com o Carnificina, o Aranha do nada desenvolve um traje diferente e é tomado por visões (homenagem ao desenho animado da época - Homem-Aranha: Ação Sem Limites). Enfrenta Blastaar eajudado pelo Sombra, que quer libertar seu povo. Em seguida ele ajuda a salvar o filho de seu amigo Harry das mãos de um Scrier (que nem lembro o que são). è ajudado por um holograma de Harry e por alguém misterioso. Várias séries do aranha e diversos artistas diferentes a cada história. Pra finalizar a edição, a primeira parte de A Morte de Galactus, escrita por Louise Simonson. O Surfista Prateado, namorando Alicia Masters (que ganha uma ridícula armadura), lida com o drama de não merecer ser feliz, um clima tenso com o Coisa (ex da Alicia) e um ataque do Toupeira, apenas para a história começar cair um meteoro para mostrar um alien avisando que tem alguém vindo na próxima edição - o Devorador de Mundos. Os desenhos de Jon J. Muth não são o bicho, mas ganham estilo com a arte final de Bill Sienkiewicz.


























 




O Homem-Aranha 143 (Maio de 1995) - Peter Parker e Mary jane atacados por androides assassinos que a princípio lembram os Carniceiros, mas eram o Esquadrão Prata. Seriam mercenários a serviço de Silver Sable? Não, apenas lacaios robóticos do mafioso (e agora ciborgue) Cabelo-de-Prata, que quer o sangue do Homem-Aranha e para isso atacou seu "associado" Peter. Roteiro basicão de Terry Kavanagh e bons desenhos de Alex Saviuk, com bons enquadramentos, antes dos anos 90 ficarem exagerados. Fechando a edição, os Novos Guerreiros enfrentam Terrax, mas têm que pedir ajuda do Quarteto Fantástico, que pediu ajuda para o Surfista Prateado. Roteiro cheio de ação de Fabian Nicieza e desenhos de Mark Bagley.





















Homem-Aranha Premium 9 - Peter em sua onda de azar, indo para uma entrevista de emprego ajuda um bebê sufocado num prédio bem na hora de uma operação antidrogas e é levado pela polícia, mas o ataque do Homem-Areia desfigurado por ter sido mordido por Venom acaba por lhe beneficiar. Depois enfrenta Kraven (filho do original) e Venom, e na terceira história, ajuda o monstro Frankenstein numa viagem a trabalho. A Morte de Galactus - parte 2: O Surfista Prateado a Alícia Masters encontram o arauto Espectro Vermelho, que anuncia que Galactus está viciado em energia vital e vêm para a Terra. Com ajuda dos Vingadores e Quarteto Fantástico eles atrapalham os planos do gigante, que só aceita desistir da Terra quando o Surfista vira novamente seu arauto. Vingadores - Gavião Arqueiro vira mentor dos Thunderbolts, mas os  Vingadores e desconfiam que foi raptado e dá-lhe briga de equipes para depois se juntarem e enfrentarem Dominex. No meio disso tudo, Justiça se sente acuado em meio aos seus heróis agora colegas, Flama busca uma cura para a maldição de seu poder, que prejudica sua saúde, e o Visão tenta esconder suas emoções quanto a Wanda estar namorando Magnum.




 





















Superaventuras Marvel 100, de outubro de 1990, trouxe o Demolidor em todas suas páginas, pois o personagem era o mais presente desde a primeira edição.  Trazendo um panorama sobre várias fases do personagem, a revista em formatinho traz a origem do Demolidor, escrita por Stan Lee  e desenhado por Bill Everett, com a péssima escolha de cores, amarelo e vermelho. Lee tentou repetir o sucesso do Homem-Aranha, com um pouco mais de drama pessoal e com as piadinhas do fantasiado ao enfrentar os bandidos. Depois, estreando o uniforme vermelho que virou o oficial, Matt Murdock é procurado por Namor na firma de advocacia que divide com Foggy Nelson, e depois o enfrenta como Demolidor. História de Stan Lee e Wally Wood. Em seguida, também de Stan Lee, com desenhos de Gene Colan, surge o infame Homem-Sapo enquanto Murdock inventa um irmão gêmeo para salvar sua identidade secreta. Com uma vilão mais decente, a história "Duelo" de Jim Shooter e Gil Kane traz o assassino Mercenário enfrentando o herói cego num estúdio de TV. Elektra, um clássico produzido por Frank Miller, apresenta um personagem mais aprofundado, e fechando a edição, uma história com clima pesado, onde o Abutre tenta violar o túmulo da ex-namorada de Matt para roubar joias. Desenhos de David Mazzucchelli e roteiro de Denny O'neil.Edição clássica, tenho o pôster de banda de seu lançamento.













Justiceiro Extra 1 - Os Últimos Dias de Frank Castle. Continuando as histórias publicadas na revista Marvel 97, trouxe Frank se libertando da cela onde foi colocado por seu parceiro Microchip. Ele vai atrás do antigo parceiro para matá-lo, mas alguém impede. Frank enfrenta o novo Justiceiro, sendo que o assassino Túmulo (ex-agente da Shield) e o Mercenário também estão em seu encalço, a mando de Rosalie Carbone. Frank acaba matando inocentes no Central Park assim com ocorreu com sua família, e pensa em suicídio e depois em se entregar à polícia, mas faz um pacto com Wilson Fisk e pega um livro com dicas de bandidos e mafiosos pra exterminar. Roteiros loucos de Chuck Dixon onde tudo pode mudar de uma hora pra outra. Muito bom. Pena que os desenhistas mudavam toda hora. Teve bons desdobramentos na época, com Castle condenado à morte, mas depois veio uma fase meio ruim, onde o Justiceiro virou capanga de uma família da máfia.
















Grandes Heróis Marvel 2 (série 2) - de maio de 2000, trouxe o Quarteto voltando á ativa depois da saga Heróis Renascem, onde enfrentam inimigos ridículos novamente, passando pelos Arruinados, uma ameaça transdimensional (e com uma referência a Tintim), depois o Iconoclasta, os Supermacacos do Fantasma Vermelho, Terminus, e o Labareda. Nenhum deles é derrotado permanentemente, prometendo retornar. Em meio a isso, o de sempre: Johnny provoca Ben, Susan reclama que Reed trabalha demais, e Ben descobre o namoro de Alicia com o Surfista Prateado. A edição começa boa, com desenhos de Alan Davis, mas depois Salvador Larroca não agrada tanto. Histórias de Scott Lobdell roteirizados por Chris Claremont. Histórias meio bobas, mas agrada os fãs do Quarteto como eu.