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9 de jan. de 2022

Batman, Coringa & O Máskara

Batman, Coringa & O Máskara (2001) - Quando o Coringa usa a máscara encantada, temos o mais louco dos vilões. Infelizmente não é a melhor das histórias, apenas um crossover curioso. Empoderado para cometer crimes, o Coringa derrota o Batman, que demora a se recompor. Arlequina é deixada de lado e é trocada, chegando a buscar ajuda de Hera Venenosa,  mas mesmo assim ajuda seu pudinzinho apesar de ele ameaçar se vingar delas. Batman usa o ego do palhaço do crime para desestabilizar a conexão da máscara com o hospedeiro, e o policial Kellaway, que estava em Gotham ajudando a combater o Máskara, enfim enterra o artefato junto ao corpo de Stanley Ipkiss.








8 de jan. de 2022

Glory - Minissérie

Glory - Quem Escreveu O Livro do Amor? (minissérie, 1996) - Hoje em dia a gente passa num sebo, vê uma edição da Image Comics, ou uma minissérie completa e com preço baratinho como eu vi e compra, pra relembrar, mesmo sabendo que era ruim e na época a gente acabava trocando e se livrando. Mesmo assim, ainda fui surpreendido pela "ruindade" das histórias da heroína mais apelativa e sexualizada da Image. A história é com roteiro medonho de Jo Duffy (escritora que já fez coisas bem boas) e o brasileiro Mike Deodato Jr. nos desenhos e discípulo de Ron Liefield, criador da personagem. Filha de Lorde Prata e de Lady Démeter, Glory tem poderes, que não são explorados na história, onde ela só faz caras e bocas enquanto seus amigos lutam com demônios que seu pai enviou e confronta executivos que querem explorar suia imagem. Extremamente sexualizada, e com o corpo com curvas anatomicamente impossíveis, ela vê pessoas se apaixonando do nada enquanto seu amigo que fica gigante traduz aos poucos o livro do amor. A minissérie tem diálogos tacanhos e superficiais, poses e caretas estranhas, uma anatomia bizarra, tentando desenvolver um universo com seres míticos que não tem muito espaço na história e o leitor fica bem perdido enquanto olha a bunda da protagonista. Cores sensacionais, um papel de qualidade em formato americano e apelando ridiculamente pelo visual, é um gibi difícil de ler até o fim pra quem tem um senso crítico. Mas pelo menos é leitura rápida, que se faz em menos de uma hora (as 4 edições). E eu que achei que sabia no que tava me metendo quando resolvi ler... - O pior diálogo na edição 2: 

- Eu matei seu pai e sou muito superior a você!

- Prova!

- Depois! 




































6 de jan. de 2022

Grande Almanaque de Férias 16

Grande Almanaque de Férias 16 (junho de 1990) - Uma saudosa edição dos especiais de férias que apareciam nas bancas duas vezes por ano. Com anúncios de personagens como Tom e Jerry, Sérgio Mallandro e os apresentadores infantis do Sbt, edições com temática de futebol por conta da Copa do Mundo e também uma coleção de selos Disney do mundo todo. Nas histórias, temos Tio Patinhas e sobrinhos descobrindo um tesouro num navio antigo, o cãozinho Banzé numa história curta, Superpateta ajudando alienígenas a conseguir água pro seu planeta, e Vovó Donalda tendo que passar as férias com o bagunceiro Peninha. Também Lobinho levando seu pai na praia, e Tio Patinhas indo atrás do Abominável Homem da Neve, numa história que apareceu o Professor Pardal trabalhando tão rápido que tromba nele mesmo (essa nem o Flash faz). Morcego Vermelho sai e férias e o Coronel Cintra assume o manto do Morcego Vermelho quando Peninha quer mostrar a falta que o herói faz. E Mickey e Pateta enfrentam seres evoluídos do espaço, que vieram ao Egito milhares de anos atrás. Aprendi nessa história que em 1968 alguns monumentos egípcios foram realocados para serem salvos de uma inundação por conta de uma represa. No final da edição, várias páginas com diferentes passatempos.